Sábado, Novembro 21, 2009

Abertura do Ano Académico 2009

Ora bem, na passada quarta foi a abertura solene do ano académico da Universidade de Lisboa. Eu, desocupado que sou, lá fui. Smpre é melhor estar ali, sentadinho na Aula Magna, do que em casa a coçar a micose. Mesmo assim, estar ali, sentadinho na Aula Magna, não bate as histórias de um autocarro Chelas afora...

Cheguei lá por volta das duas e meia, que aquilo começava antes das três, com a entrada das altas entidades da Academia. Há-de haver um vídeo desse momento, mas não é para já, que os meus vídeos e a YouTube não se andam a entender muito bem.

Qual a minha supresa, ainda antes de entrar na Aula Magna propriamente dita, quando vejo a minha Sóninha, coisa mai' linda.
É que ela faz parte do Coro da Universidade de Lisboa e ía dar o seu primeiro recital.
Eu sabia disso, mas não sabia que era logo a abrir a coisa. Pensei que seria só à noite.


Escusado será dizer que estes preparos me deixaram muito nervoso. Então vê-la de saia é uma coisa que, até hoje, me atormenta o espírito...

Quem também estava ali, era o Bruno. Até porque esse está em todo o lado ao mesmo tempo. Sim, é deus.


A cerimónia começou com o coro a cantar. E muito bem, diga-se de passagem. Também aqui há-de ver um vídeo... Mas mais logo, que agora não pode ser nada. Até porque eu tinha que gravar a primeira vez da minha debutante.

Houve discursos. Uns de língua bem afiada, devo dizer.

E cá está o Magnífico Reitor da Universidade de Lisboa.


Foi giro ver aquilo, porque não fazia a mínima ideia de como era. E foi também giro dar com dois ex-professores meus. Dos mais fantásticos, devo dizer. A Luísa Leal de Faria, aquela senhora que se vestia de Moschino dos pés à cabeça, mas que é, não só uma óptima professora, como a simpatia em pessoa. E o António Feijó, uma pessoa para lá de inteligente e que admiro muito, porque não dizia que um texto é isto ou aquilo, mas antes ouvia o que tínhamos para dizer...

Mas eu não podia estar ali a tarde toda, que a minha vida é sempre a bombar! Tinha outros afazeres.

Então não é que a Andreia, dos tempos do liceu, deu sinais de vida? Através do Facebook!? Essa maravilha do mundo moderno!
Depois de uns treze anos sem nos vermos, reencontrámo-nos. Tudo porque temos uma amiga em comum. A casa de quem, curiosamente, fui jantar neste dia!

Perceberam tudo?


Foi óptimo estar com ela a lembrar pessoas e histórias do tempo em que eu era magro. E inocente. E foi óptimo estarmos ali a trocar histórias das nossas vidas nos entretantos!

O lanche em belém foi óptimo.

Ms eu já estava atrasado para o meu próximo compromisso!
Vim de volta à Amadora jantar com a Sandra. A tal amiga comum!


Comemos uma lasagna bem boa, num amebiente muito cosy, como só poderia ser.


Não sei se repararam que estava a usar a minha Paul Smith... Coisas mínimas de um simples como eu.

Depois do jantar, fomos de novo para a Aula Magna ver o recital à séria do Coro.

A Sandra estava claramente doida em ver a nossa menina a cantar...


Eu já tinha morrido e voltado à vida de tarde, pelo que estava mais calmo.


A verdade é que a coisa foi fantástica. Homens de um lado, mulheres do outro. Crianças ao meio.
E disto, também, haverá um vídeo. Um destes dias...
E de notar os solistas, que eram extraordinários. A senhora, em primeiro plano, à direita, era fantástica!

Depois acabou-se tudo e estávamos lá fora a conversar.



Mínimos.

Papel higiénico - Toilet paper


Não posso querer que ainda haja alguém que a oiça, leia e admire...

Oprah

Pois que o programa da Oprah terminará no dia 9 de Setembro de 2011. Nada que me surpreenda, já que é quando ela termina o seu contrato. Mas chegará, assim, o fim de uma instituição, quer queiramos, quer não!


Não gosto dos programas todos, confesso. Mas há alguns bem interessantes.

Mas não cortem já os pulsos! Ela vai continuar por aí, porque a tipa anda à rasca de dinheiro - not! - e vai abrir o seu próprio canal de televisão.

Eu também. E é já amnhã!

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Respostas

Inês,
Como sabes, a minha barriga sofreu muito em terras japonesas. Pelo que é uma maravilha vê-la ser apreciada agora!
Quanto aos pombos, achei-lhes um piadão andarem a banhar-se. E, fica tu sabendo, vivêssemos nós na Índia e fôssemos nós adoradores de um qualquer deus hindu, e íamos dar de comer às ratazanas.
Sei perfeitamente de que sítio falas quando falas dos golfinhos natalícios. É estranho, sim senhor. Mas tu não sabes que a Amadora é a terra da inovação!?
Por fim, e em resposta ao teu último comentário, e como já te disse, até me emocionei a lê-lo! Arigato! E deixa-me que te diga que eu fico felicíssimo por estarmos de volta à vida um do outro!

V.,
Então e porque não começas isso já? Com tantas experiências e leilões de carne, tens sempre material para o blog!
Depois tira lá umas fotos de Notting Hill. So I can reminisce!

Astrid,
Vês, até tiveste companhia e tudo!

Individual(mente)
,
E eu nunca estive no aqueduto.
Mas quanto à Mãe D'Água, deixa lá que um dia te levo a conhecê-la. Mas vamos de transportes, que é para termos histórias para contar!

André!
,
Ai, ai! Temos que resolver isso!

Pepita,
Tudo perguntas muito pertinentes, só te digo. Tão pertinentes e tão metafísicas, que tu te baralhaste toda!
Mas, olha, lá marchou um belo bife e o vovô fico feliz na mesma. E muito mais saudável!
Sim, sim. O raciocínio está correcto, mas não posso esquecer a mãe maravilhosa que tenho cá em casa! Não desfazendo, claro!
Também eu adorei estar contigo e com toda a gente! Há que repetir!

Filipe M,
Viola-a o quanto quiseres. Eu até acho que ela gosta!
Mas se deixares de dormir ou entrares em estado catatónico, não digas que não avisei!

João
,
Ó p'ra mim a regozijar-me!

D.er N,
Estou aqui feliz. Arigato!

Armilar
,
I'm gobsmacked!
Pronto, sei que dizem isto lá para os teus lados e queria mostrar que sei umas coisas...
Mas conta lá mais!

Ana Maria, Condessa de Al-bardas e Al-guidares,
Antes demais, desculpa lá, mas adoro os epítetos que te arranjo! Gostas?
Bem... Nem sei o que te dizer! Mas olha que se deixo marcas - só espero que não sejam daquelas a ferro quente! - tu também as deixas! Tantos anos e eu nunca me esqueci de ti. E olha que não é só por causa do mamedo! Pensa lá nisso!
Vês... É isto que adoro: e no teu caso, poderes viajar comigo! Já que não há maneira de te fazer entrar num avião...
Sou mimado, sim. Mas não estou estragado por causa disso, acho. E há uma diferença muito grande.
E fico muito contente por estarem a chegar novas coisas ao teu berloque.

Apple,
Obrigado. É que ontem estava mesmo a precisar de deitar uma série de coisas cá para fora. Coisas que normalmente não têm grande importância, mas estão cá...

Lady Oh my Dog,
Obrigado. Sabes, escrevo aqui muitas coisas, muitas piadas, muitas coisas sobre o meu dia-a-dia, mas às vezes saem-me coisas assim. Mas é tudo muito sincero. Até as piadas!

Morgawayne,
Pois que também não sei, mas dá que pensar.
Quando ela fala da mudança do nível da pandemia para o nível máximo sem haver razão para isso faz-me lembrar que pensei na mesmíssima coisa na altura. Do género mas não morreu, tipo, um país inteiro! Para quê isto!?
Como dizia à minha mãe ontem, eu ou tu dizermos isto é uma coisa. Agora, a ministra da saúde de um país vir dizer coisas destas é outra coisa. Dá mesmo que pensar.

Hydragirum,
Merci
, pá!
Tu sabes que eu sou um desbocado. E às vezes faz-me bem falar do e para o coração. Como forma de me exorcizar!

Humor logo pela manhã


'Tá pequeno, porque não dá maior. Mas isso também não interessa nada, que a minha Faneca - a tal que anda para lá de espirituosa! - também é pequenina e vale ouro. O meu peso em ouro, porém. Que é muito mais!

Se clicarem na coisa, ela cresce!

Considerações metabloguísticas

Não sei porquê, hoje apetece-me falar do blog. Tenho andado a pensar nisso o dia todo.

Comecei-o há pouco mais de quatro anos. E, como disse à Ana, hoje, à hora do almoço, já não consigo viver sem ele.
Comecei-o por uma razão muito simples: não queria ter que contar as mesmas histórias lá do Japão vezes sem conta. Sobretudo ao papá, à mamã e à vovó. E, claro, aos amigos.
Mas depois apercebi-me de que, e tendo eu, felizmente, tantas histórias para contar, sobretudo quando andava lá nos orientes, o blog funcionaria como um óptimo testemunho para memória futura. Pequenas coisas de que me esqueceria ficaram assim perpetuadas. Grandes momentos da minha vida também o ficarão. Sobretudo os seus detalhes. O que é óptimo, porque eu esqueço-me de tudo, que também já não vou para novo.

Com o andar do tempo e o crescimento da coisa, fui fazendo novos amigos. Pessoas que já tive o prazer de conhecer e que fazem parte da minha vida. Pessoas que quero muito conhecer e sei que tal virá a acontecer (depois não se queixem de insónias ou pesadelos com suores gelados).
E tenho aprendido tanta coisa destas trocas entre mim e esta gente que, no fundo, é desconhecida. E sinto-me maravilhado com isso e muito, muito mais rico como pessoa.

Quem me conhece sabe bem que o que eu sou aqui, sou-o também em carne e osso. Mais carne que osso, é bem verdade. Porque não sei ser de outra forma. Odeio mentir e mentiras. E não sou nada dissimulado. Por isso é que às vezes até escrevo para aqui coisas que podem chocar algumas pessoas. Temos pena.
É também por isso que perspego aqui com tudo e mais alguma coisa. Até fotografias minhas em cuecas, à la João Jardim mas com muito mais estilo, há!

Às vezes ando para trás no tempo aqui no meu estaminé. Vou à side bar e carrego numa qualquer data e toma lá disto. E leio-me. E vejo como mudei como pessoa, como as coisas mudaram.
E digo-o sem pingo de saudosismo, que se há coisa que não sou é saudosista. Mas, como diria o grande Vítor Espadinha, "recordar é viver". Ó se é.

Escrevo muito aqui. E fi-lo muitas vezes, no meio da solidão japonesa, para me confortar o espírito. Para estar junto não sei bem de quem. Para me sentir menos só, menos mal.
Mas também escrevi muitas vezes sobre maravilhas daquela terra, sobre grandes momentos da minha vida de geisha de tamancos nos pés.
Hoje escrevo porque, como já disse, não vivo sem isto. Acho que sou um agarrado.
E, como digo a toda a hora, regozijo-me cada vez que leio um comentário. Cada vez que alguém que já ía seguindo as minhas baboseiras me deixa um olá. Sobretudo porque sinto que é uma nova pessoa na minha vida.

Eu gosto muito de pessoas. O processo de conhecer alguém é uma coisa que me maravilha, que me extasia, porque sinto que tenho todo um novo mundo à minha espera. Dar-me a conhecer e construír uma amizade com alguém novo é uma coisa que, para mim, é preciosa.
Amo os meus amigos, como tantas vezes o disse. Embora, quem está na minha vida saiba que não preciso de dizer isso. Como também não preciso que mo digam, porque esse amor é sentido todos os dias. E senão fôr todos os dias, sê-lo-á quando calhar, porque não será por isso que a amizade de esvaírá!

Acho que hoje seria capaz de escrever o mais longo post deste blog. Um canto que é meu, também de dentro de mim, mas que adoro partilhar.

Sobretudo porque hoje tenho estado um bocado ranhoso-porco. Pela primeira vez em muito, muito tempo.
Eu que sou um bem-disposto, fico frustradíssimo quando estou menos bem disposto. Mas também sei que amanhã será outro dia e acordarei novamente lindo e maravilhoso, para citar a minha sábia Grace.

E, pior, nem sei porquê que estou assim! Será porque sinto que estou para aqui desperdiçado? Porque almejo por algo que me tintile e me faça pensar? Que me permita ter uma vida mesmo minha novamente? Será porque ainda não tenho o raio da minha cama, da qual estou à espera há dois meses? Será porque tenho que ir ao Amadora/Sintra partir a loiça toda porque não têm consideração?
Pequenas coisas que, em dias normais, seriam nada. Mas hoje não são.

Mas também vos digo - e podem chamar-me de mimado que me estou nas tintas - quando chegar a mamã e me der um beijão e eu reclamar um abraço maior do que o normal, acompanhada do papá a fazer-me rir e com alguma coisa para me dar, o mundo vai parecer melhor.

Não quero parecer paternalista, nem arrogante, nem nada do género, mas este amor, este, sim, é sentido todos os dias é a melhor coisa do mundo. E só eu sei como me custou ter estado tão longe dele. E só eu sei como me soube a diamantes Swarovski tê-los aqui a tratar de mim quando estive doente!

Tive outros amores, bem assolapados - daqueles que não falo aqui, porque, afinal, tenho direito a não escrever tudo, tudo, tudo! - mas não são, não serão a mesma coisa.

Porra, que já escrevi tanto. Mas já me sinto bem melhor. É como digo: este blog é, para mim, uma verdadeira terapia! E muito mais barato do que um psicólogo!

Dá que pensar

Eu até nem sou muito dado a teorias da conspiração. Mas este vídeo - sobretudo sobre esta "pandemia" que por aí anda - dá mesmo que pensar...


Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Respostas à quarta, antes do banho

Morgawayne,
Hei-de seguir o teu conselho e ir até lá reviver os tempos medievais! Deve ser bem interessante!
Fomos para o lado sul. E um dia hei-de lá voltar, quiçá travestido de momo ou barão, e ver mais da lagoa!
O mundo é mesmo muito pequeno, acredita.

André!,
Esperavas mais de Óbidos em geral ou da feira em particular?
É que acho que sítios lindos, tal como as pessoas lindas, nunca são uma desilusão!
Não me digas uma coisa dessas! ANTM é do best, pá!

Astrid,
Aquilo é do melhor. E ainda hoje vi um vídeo da Tyra a passar-se dos carretos com uma tipa! Qualidade, amiga. Qualidade!

Inês,
E cada vez que elas gritam, eu fico feliz. Porque são umas totós!

JS,
Deixa lá isso, que ficar vermelho pode ser óptimo!
E, sim, sou um querido. Não sei ser de outra forma. Kidding!

Individual(mente),
De vez em quando, recebo uns belos mails!

Sofia Feliz,
Sem dúvida! E ainda tenho mais uns quantos passeios na manga! Me aguarde!

Ana Vilela,
No meio disto tudo ainda me rio, porque consigo imaginar essa tua cara infeliz! Como se tivesse lá estado convosco!
E a coisa devia ser mesmo grave, se até tu vinho quente bebeste!
Agora imagina lá voltar num final de tarde verão, com a brisa a subir a escarpa. Deve ser ainda mais lindo!

Maria Manuela,
Eu também nunca fui ao aquetudo propriamente dito. Talvez possamos lá ir os dois. Que te parece? Tirar assim umas fotos óptimas do topo do arco em Campolide!
De resto, esta mommy não é a senhora que me deu à luz. É uma mommy emprestada que conheci no Japão!
A minha mãe verdadeira, a melhor do mundo, naturalmente, é outra!

Mais um blog

A minha Camille, agora emigrada em Grenoble, iniciou um blog sobre comida.
Cá fica, para quem gosta. Em francês e inglês.

Blog de Camille


Finíssimo!

Notting Hill

Vi um bocado deste filme ontem. Eu gosto do filme. Porque é light, mas não cai no ridículo e o humor está sempre bem.


E depois lembro-me de andar ali a passear com a minha Mari.

Almoço com a Mommy. E Mãe D'Água

A chuva já tinha passado e estava mais um dia lindo na linda Lisboa!

Eram os anos da mommy, pelo que fomos almoçar. Ela lá se decidiu que era melhor fazer qualquer coisita do que não fazer nada. É o que faz falar comigo ao telefone...

E o almoço foi numa zona muito bonita desta cidade.








Este pombo era engraçadíssimo. Porque alternava entre um lado do corpo e o outro. Levantando a asa, como quem se lava debaixo do braço!



Há tantos anos que não ía ao Caruso!

A companhia foi óptima. Amigas da mommy.


Os papás da mommy, ou seja, os meus novos grannies.


E nós os dois, lindos e maravilhosos, como sempre!


O Pateo Bagatela é sempre um sítio giro.


O repasto havia terminado e eu sugeri que fossemos à Mãe D'Água, ali mesmo no jardim das Amoreiras. Há anos e anos que queria lá ir, e esta oportunidade mostrava-se perfeita!



Aquilo lá dentro é muito bonito. E tivemos imensa sorte com o sol a entrar janelas adentro, reflectindo todo o seu esplendor por sobre a água que continua a correr.








O topo da fonte que jorra água incessantemente. Assim, aos poucos.



Foi uma supresa dar com estas escadas para o telhado do reservatório. Mal sabia eu o céu e a vista que me esperavam!



Vê-se a ponte. E a basílica da Estrela.


O castelo.


O Cristo Rei.





Mesmo ao lado fica este prédio que sempre me fascinou. É curvo, pleno de luz - as janelas são gigantescas! - e a vista deve ser inenarrável!


Às tantas, a mommy diz-me mete-te aí. E eu meti. À minha maneira, o que é sempre um risco!






O final do aqueduto.





E assim foi mais uma bela descoberta alfacinha!

I love Lisboa!

Mais um amigo que não via há bués!

Não, o meu amigo não era um ovo. Nem tão pouco o arroz!
Este foi o eu almoço neste dia.


Isto porque, e embora não tenha horários a cumprir, levo horas e horas para saír de casa. Incluíndo para comer...

Mas lá cheguei a Lisboa e deste vez tirei mesmo uma foto às tais campaínhas com uma moldura em forma de osso. Em pleno Chiado!


Depois estava chegada a hora para me encontrar com o Nuno. Não o via desde que saí de Portugal, no ido ano de 2005!



Que bom que foi metermos a conversa em dia. Mas ambos sabemos que há mais converseta a ser tida em breve!

Descemos o Chiado e dei com os Armazéns todos engalanados!


E tirei uma foto a esta loja absolutamente deliciosa: a luvaria Ulisses.


Absolutamente maravilhosa, só vos digo!

Já no Rossio demos com um Teatro Nacional ainda mais catita!



Até pertinho da minha casa já há luzinhas sopimpas!


Lisboa é que é!

Para quando não tiverem nada que fazer. Assim, tipo, eu!

Estas fotos mandou-me o Nuno. Para quem esteja assim sem fazer nada. Seja no trabalho ou em casa.






Terça-feira, Novembro 17, 2009

V

Dei com esta maravilhosa notícia aqui na blogosfera - essa maravilha cheia de informações das boas: então não é que vai haver um remake de V, a batalha final?!
Nunca, mas nunca, me esqueci de ver os lagartos a comer ratazanas. Que tinham muito bom aspecto, sim senhor.
Por outro lado, não me lembro o que almocei ontem. Será Alzheimer's?!

Aqui fica um clip digno de um David Attenborough da ficção científica:



E aqui fica a versão remasterizada: